Saudações Corinthianas!
Lula,sim,o filho do Brasil, o filho fiel que não foge à luta, o presidente com mais de 80% de aprovação durante seus dois mandatos e que será tema da Gaviões da Fiel no Carnaval 2012.
A escola paulistana aposta em um dos torcedores mais ilustres do Corinthians para ganhar o próximo carnaval.
O enredo da escola será: "Verás que o filho fiel não foge à luta - Lula o retrato de uma nação"
Segundo o carnavalesco Igo Carneiro, "o enredo trata de uma figura com a qual a nação corintiana se identifica por ser corintiano e pela trajetória de superação". Quatro sambas chegaram à final, depois de cinco semanas de seleção. Ainda segundo o carnavalesco, foi a disputa mais acirrada dos últimos anos. A decisão, por volta das 5 horas da madrugada do último sábado (8), coube à diretoria a decisão em voto de Minerva.
Confira letra do samba-enredo
Vai meu gavião...
Cantando a saga do menino sonhador
Um filho do sertão, cabra da peste... Irmão
Que deus pai iluminou!
Trouxe no sangue a coragem, a fé
O poder regendo seu destino!
Na cidade grande a esperança... O futuro promissor!
Traçou seu o caminho
Cresceu foi à luta... Prá vencer
E o sonho se torna real
Luiz Inácio o operário nacional!
Companheiro fiel... Por liberdade
Na corrente do bem... Contra a maldade!
Elo forte da democracia
A luz da nossa estrela guia!
Viu... No coração do Brasil
Tanta desigualdade
O retrato da realidade
A utopia buscando a dignidade!
Solta o grito da garganta e vem comemorar
A soberania popular
Felicidade...
O povo unido venceu
A cidadania resplandeceu
Uma nova era aconteceu!
Sou da nação, sou valente e festeiro
Corinthiano loucamente apaixonado!
Em oração a São Jorge guerreiro
Peço que o brasileiro seja sempre abençoado!
E SE PREPAREM PARA VER A GRANDE MÍDIA DESQUALIFICANDO O SAMBA-ENREDO ...!! TEM TUCANO SE MORDENDO!!
Politica e Meia
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
“Tempos de Planície”: Livro quer colaborar na reflexão sobre o País, diz José Dirceu
O ex-ministro José Dirceu, lançou na quarta-feira (28) o livro “Tempo de Planície”, no restaurante Carpe Diem, em Brasília.
O livro, lançado pela editora Alameda (382 páginas), é uma coletânea de 72 textos organizados em oito capítulos temáticos.
A festa de lançamento foi prestigiada por autoridades, políticos e militantes petistas. Formou-se uma longa fila para autografar o livro. “É uma pessoa de lucidez muito objetiva sobre a realidade nacional e sobre as necessidades do Brasil. Tem muito da alma do povo brasileiro ao longo do trabalho dele”, disse Maria do Rosário, ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.
José Dirceu explica o motivo de documentar em livro os artigos: “Quero divulga-los novamente, para que eu mesmo pudesse refletir sobre os artigos e colaborar com a reflexão sobre o país”. Para Dirceu, os desafios do Brasil no momento são enfrentar a crise internacional sem ser atingido, fazer uma revolução educacional e extinguir a pobreza até 2022, “acho que a nossa presidenta está dando cabo dessa missão”, disse.
O livro, lançado pela editora Alameda (382 páginas), é uma coletânea de 72 textos organizados em oito capítulos temáticos.
A festa de lançamento foi prestigiada por autoridades, políticos e militantes petistas. Formou-se uma longa fila para autografar o livro. “É uma pessoa de lucidez muito objetiva sobre a realidade nacional e sobre as necessidades do Brasil. Tem muito da alma do povo brasileiro ao longo do trabalho dele”, disse Maria do Rosário, ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.
José Dirceu explica o motivo de documentar em livro os artigos: “Quero divulga-los novamente, para que eu mesmo pudesse refletir sobre os artigos e colaborar com a reflexão sobre o país”. Para Dirceu, os desafios do Brasil no momento são enfrentar a crise internacional sem ser atingido, fazer uma revolução educacional e extinguir a pobreza até 2022, “acho que a nossa presidenta está dando cabo dessa missão”, disse.
Miséria precisa ser resolvida de forma regional, afirma ministra do Combate à Fome
Como afirma a presidenta Dilma Rousseff, acabar com a miséria é um dos grandes desafios do nosso país. No entanto, a meta agora é encontrar essas pessoas. O governo federal já registrou uma parte desses brasileiros que vivem praticamente a margem da sociedade, como afirma a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
A expectativa do governo é que todas as regiões participem para acabar com a miséria. Ou seja, o combate à miséria é tratado com um olhar específico para cada estado, como diz a ministra.
“Porque tem uma das questões do Brasil Sem Miséria que eu acho que é muito importante, que é nós não estarmos tratando o Brasil todo de forma homogenia, cada região tem uma especificidade. Em cada região as dificuldades da população são diferentes. E em cada região as oportunidades também são diferentes. E nós estamos olhando essas diferentes faces da miséria, da pobreza, para construir o nosso plano”, destaca.
Governos parceiros
Em alguns estados a parceria tem ido além do registro dos necessitados. Como adianta a ministra: “Vários governadores estão complementando o programa Bolsa Família. Como é o caso do Rio Grande do Sul, como é o caso do Distrito Federal, do Rio de Janeiro, São Paulo, Acre e vários outros estados em parceria com o governo federal para complementar o Bolsa Família, conseguindo garantir que essas famílias recebam mais recursos. E, portanto saiam da situação de extrema pobreza mais rapidamente”.
Campello destaca que o governo continuará com os pactos até chegar a todas as regiões. “Nós já fizemos o pacto no Nordeste, fizemos um pacto no Sudeste, com os governadores do sudeste. Na semana passada fomos para o Norte com todos os governadores. Semana que vem vamos para o Sul e depois para o Centro-oeste. Então estamos fazendo primeiros esses grandes pactos regionais”.
Ações pontuais
O governo trata de forma pontual cada caso de extrema pobreza. Tereza Campello explica alguns desses pontos: “Lançamos o Bolsa Verde a semana passada, portanto os extrativistas, ribeirinhos, estão sendo beneficiados já com esta nova ação, casando a agenda da superação da extrema pobreza com a agenda ambiental. Nossas ações no meio rural também estão em andamento. Nós estamos com assistência técnica acompanhando os agricultores familiares pobres, no Nordeste, distribuição de sementes, então o Plano está em franca execução”.
A expectativa do governo é que todas as regiões participem para acabar com a miséria. Ou seja, o combate à miséria é tratado com um olhar específico para cada estado, como diz a ministra.
“Porque tem uma das questões do Brasil Sem Miséria que eu acho que é muito importante, que é nós não estarmos tratando o Brasil todo de forma homogenia, cada região tem uma especificidade. Em cada região as dificuldades da população são diferentes. E em cada região as oportunidades também são diferentes. E nós estamos olhando essas diferentes faces da miséria, da pobreza, para construir o nosso plano”, destaca.
Governos parceiros
Em alguns estados a parceria tem ido além do registro dos necessitados. Como adianta a ministra: “Vários governadores estão complementando o programa Bolsa Família. Como é o caso do Rio Grande do Sul, como é o caso do Distrito Federal, do Rio de Janeiro, São Paulo, Acre e vários outros estados em parceria com o governo federal para complementar o Bolsa Família, conseguindo garantir que essas famílias recebam mais recursos. E, portanto saiam da situação de extrema pobreza mais rapidamente”.
Campello destaca que o governo continuará com os pactos até chegar a todas as regiões. “Nós já fizemos o pacto no Nordeste, fizemos um pacto no Sudeste, com os governadores do sudeste. Na semana passada fomos para o Norte com todos os governadores. Semana que vem vamos para o Sul e depois para o Centro-oeste. Então estamos fazendo primeiros esses grandes pactos regionais”.
Ações pontuais
O governo trata de forma pontual cada caso de extrema pobreza. Tereza Campello explica alguns desses pontos: “Lançamos o Bolsa Verde a semana passada, portanto os extrativistas, ribeirinhos, estão sendo beneficiados já com esta nova ação, casando a agenda da superação da extrema pobreza com a agenda ambiental. Nossas ações no meio rural também estão em andamento. Nós estamos com assistência técnica acompanhando os agricultores familiares pobres, no Nordeste, distribuição de sementes, então o Plano está em franca execução”.
Reforma Política para Ampliar a Democracia
Assista a entrevista que fiz com o presidente do PT Nacional Rui Falcão. Nela pergunto ao presidente a importância do debate sobre a reforma política.
Nesta outra entrevista com Eloi Pietá, Secretário geral do Partido dos Trabalhadores, pergunto como o partido irá levar as discussões a população, acompanhe.
A votação do relatório da Reforma Politica, feita pelo Deputado Federal Henrique Fontana ( PT-RS), poderá ir para a votação esta semana.
Mino Carta dá uma aula sobre jornalismo e dispara contra a Veja: “Criei um monstro !”
O mediador levou cerca de cinco minutos para fazer as devidas apresentações e relembrar apenas algumas das experiências profissionais vividas pelo convidado da noite de abertura da 19 Semana de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero. Ele subiu ao palco e, ao receber o microfone, confessou que naquelas situações fica sempre tentado a cantar "Strangers in the night", imortalizada na voz de ninguém menos que Frank Sinatra. A plateia (o auditório estava lotado) se animou e insistiu, entoando o tradicional coro de "canta, canta!". "A tentação é forte. Mas vou conter a empolgação. Resistirei", recusou elegantemente o jornalista Mino Carta, diretor de redação da revista Carta Capital. O que se ouviu então, e durante quase as duas horas seguintes, foram sinceras e mais do que relevantes lições sobre elementos e princípios do (bom) Jornalismo.
Mino reconheceu que não seria exatamente portador de boas notícias. Apesar de vislumbrar que no longo prazo o Brasil será um país feliz e muito importante no cenário internacional, ressaltou que ainda não alcançamos tal estágio justamente por conta de nossas elites - que classifica como uma das piores e mais atrasadas do mundo. "A elite herdeira do ideal da Casa Grande cuidou para que as coisas por aqui continuassem medievais. É assim que nossas oligarquias sobrevivem".
Por consequência lógica, completou Mino, o jornalismo não escapa desse cenário. Expressa e representa o que somos, como somos, os nossos conflitos - e atrasos. Ele citou como exemplo a cobertura feita pela mídia grande na semana passada a respeito do título de doutor honoris causa recebido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condecorado pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris (Sciences Po, uma das instituições mais importantes e renomadas do mundo na área), por conta da "revolução econômica e social pacífica promovida no Brasil nos últimos oito anos".
Na entrevista coletiva ocorrida após a homenagem, repórteres brasileiros presentes à cerimônia faziam questão de não esconder o inconformismo com a conquista. Como lembrou Mino, um deles perguntou ao diretor do Instituto francês como era possível alguém receber o título sem que jamais tivesse lido livro algum... Um segundo questionou: como entregar algo tão grandioso a alguém que permitiu a corrupção em larga escala? E um terceiro ainda explicitou que era inexplicável que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não tivesse alcançado o mesmo grau. "Essas perguntas provam muita coisa", alertou Mino, reconhecendo que Lula, durante os dois mandatos, deixou de promover mudanças que o jornalista considerava importantes, mas também destacando que o balanço final que faz da "Era Lula" é positivo, além de reforçar que a eleição e o governo de um ex-metalúrgico significaram um divisor de águas na História do país, pela simbologia que carregam. "Naquele momento, indignados, os jornalistas estavam expressando o discurso dos patrões e claramente manifestando seu ódio de classe", confirmou. "Os donos de nossos meios de comunicação adorariam viver em uma democracia sem povo. E somos o único país do mundo onde jornalista chama o patrão de colega", completou, contrariado.
Sem minimizar a importância da universidade, Mino disse que é nas redações que se aprende a ser jornalista. Para tanto, segundo ele, é preciso reunir alguns talentos. O primeiro: lidar bem com o vernáculo. Segundo: desenvolver sólido conteúdo moral. Foi nesse momento que Mino recordou de seus tempos de enfrentamento com a ditadura militar, quando, revelou, entendeu com profundidade a serventia do jornalismo - se não para mais nada, para narrar as histórias daquele tempo horroroso, a partir do viés dos vencidos, daqueles que não tinham voz.
Mino contou que foi também durante os anos de chumbo que leu "Entre o passado e o presente", da filósofa alemã Hannah Arendt. De forma bem resumida, na obra a pensadora analisa a verdade que cada um carrega consigo - "são nossas opiniões ou tentativas de interpretação", diferenciou o jornalista, para em seguida acrescentar: "mas há uma verdade factual, contra a qual o jornalista não pode brigar". Mino fez uma pausa e tomou um longo gole d'água. "Tomei água. Eis uma verdade factual. É a ela que o jornalista deve fidelidade canina. É mais um fundamento básico da profissão". A partir do fato, o desafio é dar voz a todos os envolvidos, de maneira plural, sem preconceitos - e a opinião do repórter, admite Mino, pode até ser evidenciada, desde que honestamente anunciada como tal.
Para o diretor de redação de Carta Capital, no entanto, o jornalismo brasileiro não respeita essa premissa básica do buscar a verdade factual. "Omite quando convém ao dono do veículo, ao político, ao empresário. Isso quando não patrocina conscientemente a distorção, a invenção, a mentira. E dizia Hannah Arendt que, quando uma verdade vai ao fundo do mar, não pode mais ser recuperada", lamentou. Por fim, Mino fez questão de dizer com muita convicção que o jornalista precisa ainda ser movido por candente espírito crítico, para fiscalizar os poderes - os donos do poder, como diria Raymundo Faoro- e todos eles, não apenas o político.
Um aluno na plateia perguntou: se o cenário será diferente no longo prazo, o senhor consegue avaliar de onde virão as transformações? Mino foi incisivo: não tem fórmulas mágicas. Mas reconheceu que as mudanças passam pela democratização, pela regulamentação e pelo controle social da mídia. "É procedimento absolutamente normal em outros países democráticos. É indispensável para definir limites e deveres", afirmou. O problema, completou, é que os barões da mídia não querem nem pensar nessa hipótese e, sempre que o debate vem a público, saem gritando "estão querendo nos censurar, cercear a liberdade de expressão". O governo então recua, acomoda-se, lamentou mais uma vez Mino. Para ele, é uma dinâmica semelhante àquela que resultou na criação da Comissão da Verdade. "É difícil acreditar que, do jeito como foi concebida, poderá mesmo revelar alguma coisa". E fulminou, sem tergiversar: "O problema é que o poder, inclusive o petista, adora aparecer na TV Globo e dar entrevistas para as páginas amarelas da revista Veja".
Sobre a revista semanal da editora Abril, que Mino Carta ajudou a idealizar e a criar, ainda no final dos anos 1960, em plena época de terror da ditadura, o jornalista não dourou a pílula: "Veja é hoje monstruosa, hedionda. Eu criei um monstro". Para ilustrar, e mais uma vez provocado pela plateia, ele citou a recente matéria de capa sobre as "relações perigosas" do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu. "Pois é, não tenho admiração divina alguma pelo senhor José Dirceu. Mas com aquele texto o que Veja conseguiu foi só imitar à perfeição o jornalismo feito por Rupert Murdoch. Mas o que esperar da Veja? É assim mesmo. É a Veja", disparou.
Do Blog do Chico.
Do Blog do Chico.
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Marco regulatório para comunicação já!
Por que precisamos de um novo Marco Regulatório das Comunicações?
Há pelo menos quatro razões que justificam um novo marco regulatório para as comunicações no Brasil. Uma delas é a ausência de pluralidade e diversidade na mídia atual, que esvazia a dimensão pública dos meios de comunicação e exige medidas afirmativas para ser contraposta. Outra é que a legislação brasileira no setor das comunicações é arcaica e defasada, e não contempla questões atuais, como as inovações tecnológicas e a convergência de mídias. Além disso, a legislação é fragmentada, multifacetada, composta por várias leis que não dialogam umas com as outras e não guardam coerência entre elas. Por fim, a Constituição Federal de 1988 continua carecendo da regulamentação da maioria dos artigos dedicados à comunicação (220, 221 e 223), deixando temas importantes como a restrição aos monopólios e oligopólios e a regionalização da produção sem nenhuma referência legal, mesmo após 23 anos de aprovação. Impera, portanto, um cenário de ausência de regulação, o que só dificulta o exercício de liberdade de expressão do conjunto da população.
É preciso deixar claro que todos os principais países democráticos do mundo têm seus marcos regulatórios para a área das comunicações. Nesses países, a existência dessas referências não tem configurado censura; ao contrário, tem significado a garantia de maior liberdade de expressão para amplos setores sociais. Em todos estes países, inclusive, existem não apenas leis que regulam o setor, como órgãos voltados para a tarefa de regulação. No Brasil, a ausência deste marco legal beneficia as poucas empresas que hoje se favorecem da grave concentração no setor, e impede o pleno exercício do direito à comunicação e da liberdade de expressão pelos cidadãos e cidadãs, afetando a democracia brasileira.
Fonte: http://www.comunicacaodemocratica.org.br
Fonte: http://www.comunicacaodemocratica.org.br
segunda-feira, 6 de junho de 2011
A África é aqui
Se tem uma coisa que devemos tirar o chapéu para governo Lula é o fato que nos oito anos daquele governo o Brasil se aproximou da África e tomou o papel de protagonista dentro das economias africanas.
Neste dia 6 de Junho é comemorado o dia da África no Brasil, no Congresso Nacional o dia foi de homenagens ao continente e também de fortalecimento das políticas brasileira junto a África.
A deputada do PT e ex-governadora do Rio de Janeiro, Benedita da Silva, comentou a política nacional junto aos países africanos: "A geopolítica africana esta cada vez mais se aproximando da geopolítica global. A Nigéria, que hoje tem a maior população africana, tem registrado crescimento econômico da ordem de 9% ao ano, assim como Angola. Isso comprova o acerto do governo Lula, que colocou os países africanos no centro das relações bilaterais do Brasil desde 2003. Graças a isso, em termos culturais e econômicos, o Brasil está em condições de competir com qualquer outro país do mundo nas relações comerciais com os países africanos" .
Esta data representa não só a libertação e a soberania dos povos africanos, mas também a luta contra a desigualdade e a superação. Hoje no Brasil 95 milhões de pessoas são afrodescendentes.
O Dia da África é comemorado internacionalmente no dia 25 de maio. A data é alusiva à criação em 1963, na Etiópia, da Organização da Unidade Africana (OUA), que marcou a unidade dos estados africanos por soberania e pelo fim da subordinação.
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